"Estas Coisas Eu Sei", Por Boyd K. Packer
Sessão da manhã de Sábado, 06 de abril de 2013.
Para ler/ouvir ou baixar o discurso, clique aqui.
Nesta Conferência eu foquei em anotar não exatamente o que o orador dizia, mas o que eu deveria fazer para colocar em prática o que me estava sendo ensinado. Estas foram minhas anotações no dia da sessão:
"Estas Coisas Eu sei", Pres. Packer.
PROTEGER MEUS FILHOTES
Ao cumprir meus convênios não deixarei o adversário entrar em nossa casa;
Essencial: Ensinar o Dom do Espírito Santo e a Expiação de Jesus Cristo a meus filhos.
Não me deixar cair na "armadilha da tolerância". Leis não diminuem o grau de consequência do pecado, como a quebra da lei da castidade. O que é errado continua errado, mesmo que se torne aceitável, praticado ou legalizado.
URGENTE: como aprender a ouvir e seguir a revelação?
Confesso que, em termos de revelação pessoal, eu sou surda que nem uma porta. Quando me batizei na Igreja, quem falou mais alto foi meu lado racional. Foi assim que funcionou pra mim. Pessoas tem sonhos, visões, sentem o ardor no peito etc. Eu não. Eu só sabia que era o certo a fazer, pq pra mim fazia todo o sentido.
Desde muito jovem eu questionava a origem da autoridade dos padres, o batismo de bebês, porque Jesus só tinha visitado o povo do Oriente Médio e nós como ficávamos? etc. Eu era uma herege. kkkkkk
Quando os missionários apresentaram o Livro de Mórmon ele fez TODO o sentido pra mim. Dali pra frente foi muito fácil dizer sim pros outros compromissos.
Ao assistir novamente o discurso do Élder Packer, vieram-me à mente algumas coisas:
1. Quero ser como ele quando eu crescer!
Quero poder envelhecer com a sabedoria e ânimo dele. O que no meu caso será um milagre já que tenho 37 anos e já sou esclerosada (as mais antigas no grupo vão entender do que falo) e criatividade não foi uma das qualidades presentes no meu "kit vida mortal".
2. Meu primeiro lar terreno foi um jardim do Éden
A despeito das falhas de meus pais, eles me protegeram da melhor maneira que puderam e me deram uma educação moral, a semente que me permitiu aceitar a Igreja quando a conheci em 1995, já com 20 anos de idade.
3. Meu lar pode, sim, ser um jardim do Éden, solo sagrado e é meu dever como mãe proteger meu ninho.
Pra isso preciso ser verdadeiramente diligente em cumprir meus convênios.
Preciso da companhia do Espírito e isso só alcançarei sendo digna desse privilégio.
4. Mais do que nunca o inimigo tem atacado as famílias e temos permitido que sua influência habite em nosso próprio lar. Não me refiro a pornografia, quebra da palavra de sabedoria etc. Digo do não ensinar verdades morais a nossos filhos. Digo do não convidarmos o Espírito a conviver conosco. Somos indisciplinados. Falhamos com a leitura das escrituras, oração, Noite Familiar, não prestamos nossos testemunhos a nossos filhos, e vamos deixando que o tempo e a liderança da Igreja sejam os responsáveis por nutrir nossos filhos e a nós mesmos. Resultado: todos os dias, ao deixarmos nosso éden, para ir à escola ou trabalho, somos bombardeados de todos os lados, de modo cada vez mais sutil e atraente. E, sem percebermos, entramos na armadilha da tolerância. Fatalmente, acabamos por ser advogados do pecado, justificando atitudes incompatíveis com as de um verdadeiro SUD.
Não precisamos ir longe para ver no que isso resulta. Olhemos ao redor. Quantas famílias afastadas, separadas, destruídas. Aqui em meu Distrito tem caído uma atrás da outra.
5. O que fazer para aprender a ouvir o Espírito???? Alguém me ensina isso, por favor? Às vezes acho que me falta a paciência para esperar a resposta. Fico angustiada quando não sei o que fazer. Talvez essa seja a maior lição que preciso aprender neste período mortal: Fé pra deixar que o Senhor conduza e aceitar o que me for designado vivenciar.